De repente 30

Anúncios

Opção

Estamos em 1962, e você é o presidente dos Estados Unidos. Acabou de ser informado de que a URSS lançou uma bomba atômica sobre NY. Você sabe que eles não voltarão a atacar.
À sua frente está o telefone para o Pentágono. O botão com o qual você pode retaliar bombardeando Moscou.
Você está prestes a apertar esse botão. A política do país é retaliar na mesma moeda um ataque nuclear. Essa política foi concebida para intimidar os atacantes; se você não seguir, a intimidação terá sido uma farsa.

Por outro lado, você reflete, o mal já está feito. Matar milhões de russos não trará milhões de americanos de volta mortos de volta à vida. A bomba acrescentará precipitação radioativa na atmosfera, prejudicando seus próprios compatriotas. E você entrará para a história como um dos piores assassinos de multidões de todos os tempos. A retaliação agora seria por puro rancor.

Mas foi precisamente essa linha de raciocínio que encorajou os soviéticos a atacar. Eles sabiam que, uma vez lançada a bomba, você nada teria a ganhar e teria muito a perder se retaliasse. Julgaram que você estava blefando e pagaram pra ver. Portanto é melhor você retaliar para mostrar a eles que não estava blefando.
Mas, pensando bem, de que serve provar agora que você não estava blefando antes? O presente não pode afetar o passado. Permanece o fato de que, se você apertar o botão, extinguirá milhões sem razão.

Mas espere-os soviéticos sabem que você pensaria que não tem sentido provar que não estava blefando depois de eles terem tentado provar que você estava blefando. É por isso que pagaram pra ver. O próprio fato de você estar pensando dessa maneira acarretou a catástrofe-por isso, você não deve pensar dessa maneira.

Mas não pensar dessa maneira agora é tarde demais…
Você amaldiçoa sua liberdade. Seu apuro está em ter a opção de retaliar e, como retaliar não é do seu interesse, você pode decidir não faze-lo, exatamente como previam os soviéticos.

Steven Pinker

Alice (beta)

Escrito em um momento de euforia criativa. Ainda com alguns erros.

Alice era uma garota atrevida e esbelta. Com seus poucos <insira maioridade sexual do seu país aqui> anos já esboçava nuances das mais sedutoras ninfas. Uma pela branca, um rosto inocente com bochechas fofinhas e seus olhos, ah seus olhos, uma imensidão de mares e rios que brilhavam com a luz do sol e mesmo na escuridão se destacavam como que com luz própria, uma dádiva dos deuses. Seu andar suave hipnotiza os olhares de quem vê, transforma em pedra os que se atrevem a observar os seus singelos movimentos. Sob um vestido branco e límpido ela corta o vento em em direção ao por do sol. Olhar distante, mente distante. Sua presença angelical é arrebatadora.

Já na noite quente ela chega em casa, sua pele brilha o suco da alma. Suas bochecas estão avermelhadas e ela ofega com um olhar clamante por aconchego. Dentro de casa, fecha as cortinas e deixa que o silêncio presencie a perfeição carnal daquele corpo. Com as duas mãos ela solta o vestido o deixando escorregar sobre seu corpo quente e suado revelando a mais perfeita arte dos céus. Uma brisa fria sem origem aparente adentra pela casa e faz aquele corpo tremer fazendo-a soltar um pequeno gemido e se recolher para seu quarto, rapidamente, sem mais suavidade no andar. Ela precisa de calor.

Já no quarto ela agarra um tecido macio­ e se dirige ágil ao banheiro. Abre a o chuveiro e escuta a água cair ao chão respingando gélidas gotas em suas pernas. Ela se afasta, se inclina e com as pontas dos dedos magros e toca a corrente. A água está boa.

Agora é a água que tem privilégio de se perder por aquela escultura de pureza celestial adentrando com fervor pelos mais obscuros e delicados caminhos da sua forma humana. De repente uma energia desconhecida sobe pelo seu corpo fazendo seus músculos se contraírem como que por vontade própria. Ela sente a fonte dessa energia e procura com anseio por mais, sacrificando assim sua inocência e entregando sua alma ao demônio dos prazeres carnais. O pecado é bom.

Com um carinho ela inicia sua jornada para fora do Éden. Apreciando uma última vez sua pureza divina e caindo em direção à um mundo confuso e ao mesmo tempo excitante.

Seu dedo indicador desce e sobe,  caminha de ponta a pela porta do inferno. Ela já não é mais consciente de seus atos. Os olhos reviram e seus dentes apertam contra os lábios. Suas virilhas se unem e quase a faz perder o equilíbrio. Agora quatro dedos participam da festa. Entre lábios e abismos eles penetram na escuridão. Sua mão agora é dominada por um movimento repetitivo incessante. Alice solta um gemido com a voz doce e infantil, um gemido longo. Ela está de volta ao chão. Visão embaçada e consciência confusa. Não demora muito ela percebe o que fez. Fecha o chuveiro, se enrola na toalha. Ao passar pelo espelho em direção ao quarto, sorri para si com malícia de criança no olhar.

Ah, doce maçã.

Diferentes esferas de uma mesma computação

Diante do tempo que sempre passei operando um computador, as pessoas sempre associaram minha imagem a um técnico de informática. Uma coisa que não sou, nunca fui e nem pretendo ser.

De fato, sempre resolvi os problemas no computador por mim mesmo, no início de forma totalmente intuitiva e posteriormente usando a experiência adquirida.

Experiência não é conhecimento, informação, de certo modo.

Experiência é muito útil, fornece solução para uma enorme gama de problemas, mas não todos. Alguns problemas só podem ser resolvidos quando se faz uma engenharia reversa de um sistema, conhecendo assim suas relações de causa e efeito.

De todas as vezes que me chamaram para resolver problemas em computadores, 80% eram para um mesmo problema.  Um problema a nível de software. Um problema chamado Windows.

Microsoft Windows sempre foi um sistema relativamente intuitivo, amigável e fácil de usar. Tudo muito mágico durante a experiência. Consideremos aqui o Windows XP. Meu sistema até hoje, depois de cerca de 10 anos de uso.

Seu código fonte é mantido em segredo a 7 chaves, sendo que somente uma pequena parte foi liberada por motivos de força maior AKA tirania contra o monopólio. Mas isso não impede que tenhamos uma noção das relações de causa e efeito do sistema.

Porém, algumas causas sempre estarão sob as sombras. Soluções para esses problemas (quando) são encontradas em sites de busca ou fóruns de informática.

Voltemos as esferas da computação.

Ter habilidade e experiência para resolver problemas de informática não significa ter habilidade para invadir sistemas, roubar arquivos ou senhas, etc. Minha imagem sempre foi, erroneamente, associada a imagem de um hacker.

Um hacker combina, principalmente, habilidades e conhecimentos de internet e programação. Falta-me habilidades em programação, que são quase que completamente ausentes.

Logo se notam algumas esferas:

  1. Resolução de problemas a nível de software.
  2. Programação
  3. Internet

No caso do Windows XP, por exemplo, não é necessário nenhum conhecimento de programação para a Resolução de problemas a nível de software. 99,99% desses problemas podem ser resolvidos usando as interfaces já programadas. Interfaces essas do próprio sistema ou de terceiros. Enfim, voltemos ao assunto principal.

Computação não se trata de uma coisa só. Assim como existem especialidades como dermatologia e psiquiatria, existem diferentes áreas de conhecimento quando se trata de computadores.

Tudo isso sem citar nem mesmo os outros sistemas operacionais e distribuições do kernel Linux como Ubuntu, Kubuntu, Edubuntu, Kurumin, etc.

 

Será que você é?

13 COISAS DE VIADO
1 – Usar cores exóticas: Você, quando vai comprar uma camisa, ao invés de dizer “me dê aquela marrom clara”, você diz “me dê aquela creme”?
Você é viado.
Creme, salmão, verde-água, azul-bebê, p%$%ra.. nenhuma. Só existem 7 cores no masculino (e se você pensou nas sete cores do arco-íris, você é um viadinho-mór). Azul, preto, branco, verde, vermelho, amarelo, marrom e só.
Valem as derivações, como azul-escuro, verde-escuro… O resto é viadagem.
Cinza é preto+branco ; Rosa é vermelho+branco ; Laranja é vermelho+amarelo ; Azul-marinho é igual a preto ; Lima é fruta ; Vinho é bebida ; Roxo é viadagem.
E pronto.

2 – Segurar sacolas e sacos plásticos pela alça: Quando você faz uma compra, segura a sacola ou saco pela alça?
Sim? Viado!!
Segura essa p%$%ra de sacola pelo corpo e não pela alcinha, assim como fazem os estivadores, que carregam as cargas pelo corpo, pois essas não têm alcinhas.

3 – Ficar parado na escada rolante esperando chegar no final: Escada é pra andar, não pra ficar parado.
Se a escada é rolante, problema dela. Faça sua parte e ande pra chegar mais rápido ao final. Se disser que está cansado, vá de elevador.

4 – Tomar sucos de frutas misturadas:
“Moço, me dê um suco de laranja com mamão”.
Que viadagem é essa?
Ou você bebe de laranja, ou de mamão (homem que é homem não toma, no máximo bebe).
Ou então um depois do outro, mas os dois misturados é viadagem!!

5 – Dizer que gosta de sobremesa: Você é daqueles que adoram pavê, jojô-cake, casadinho?
Viadinho!!
Homem que é homem não gosta de docinhos. No máximo, depois do almoço, um pedaço de goiabada. E se alguém olhar com cara de desconfiado diga que é pra tirar o gosto da feijoada que você comeu antes.

6 – Não ter cicatrizes no corpo: Você é um cara que não tem cicatrizes? Que passou toda sua vida ileso, sem um arranhão?
Viado!!
Homem mesmo cai no chão, se arranha no arame farpado, se queima com fogo, toma porrada e mais porrada, etc…
Nada mais do que sinais de virilidade. Sinais de que você não é menino criado em casa de avó com carpete persa e que nunca podia descer ao playground pra jogar bola.

7 – Dizer que vai pra praia pra tomar sol: Quando você vai à praia você diz que vai “pegar um bronzeado”?
Viadinho!!
Homem não pega sol. O sol é que pega ele. Homem quando vai à praia pra jogar bola, beber com amigos, paquerar, surfar, etc…
Bronzear é consequência de estar exposto ao sol. E nem pensar em bloqueador solar, muito menos creme bronzeador como banana-boat & cia.

8 – Raspar os pêlos do corpo com exceção da barba/bigode: Que é isso cara? Não acredito que você perde seu tempo se depilando!!
Viado!!
Homem só pode raspar a barba e o bigode, e de preferência quando forem falhos, pra não parecer ridículo.
Raspar o peito,o sovaco, as pernas, não!! Até a bunda tem gente que está raspando.
Se você se parece com o Tony Ramos, azar o seu. Aceite seu aspecto de urso e mude-se para a Sibéria.

9 – Colocar luzes, alisamento, etc, no cabelo: você já fez alguma dessas coisas ou algo parecido com seu cabelo?
Essa foi d+ Viado!!
Cabelo é cabelo e mais nada. Se você tem algum se dê por feliz, porque homem mesmo raramente tem.
Todo homem devia ser careca. É da natureza. Agora mudar a cor do cabelo é viadagem, e das grandes.
Se quiser pintar o cabelo de louro passe parafina, que é menos viadagem do que colocar luzes.

10- Fazer AERÓBICA, ginástica localizada? É bom para o corpo?
Pô, mas que legal. Legal pra vc, seu Viado!!!
Macho só vai à academia pra pegar peso e tarar as mulheres, o resto é viadagem da grande.

11- No sábado você gosta de tomar um sorvetinho enquanto passeia no shopping com sua namorada, não é mesmo?!
Então você não passa de um tremendo de um Viado!!
Sábado é sinônimo de futebol, de cerveja, de churrasco, Rock’n’roll e mulher. Macho vai para o shopping com a namorada no domingo, no horário do Faustão. Enquanto ela olha as promoções, você fica tomando um chopp na praça de alimentação.

12- Você gosta de passar umas “correntes”, mensagens de incentivo,
mensagens religiosas por e-mail?!
Pu&*&%a que pariu, mas que viadagem é essa?!
Niguém lhe ensinou que e-mail só serve pra duas coisas? Enviar foto de sacanagem e marcar churrasco com os amigos. Só! o resto é coisa de viadinho!!

13 – “Garçom, uma coca-cola e um copo com gelo e limão, por favor!”
Afinal, você quer tomar coca ou soda limonada, seu Viado!!
E que viadagem é essa de “copo”? Copo um cacete! Beba esta po%$#a na lata mesmo, sua bicha!!

Vazias são as primeiras horas da manhã

Acordar sem propósito, sem motivação para nada.

Aquela idéia ainda permanece, ela grita “-Não vai durar!”

Cada alegria é estranhamente acompanhada de pelo menos um problema.

E você tem medo da altura.

Correndo, em direção ao nada.

E aquele novo sentido pra viver, começa a se esvair em poças de desilusão.

O acaso (querido acaso) trouxe aquilo até você, aquela semente de alguma coisa.

Mas não me deixa abraçar!

Não me deixa acariciar!

O que está tentando me dizer?

Ah, agora percebo, quer me fazer perceber que tem algo a dizer.

Mas por que me atingir nesse ponto? Precisava mesmo ser tão cruel?

No ponto mais íntimo da minha alma, antes estável, agora prestes a desmoronar.

Oh! Déjà vu. All over again.

Então é isso, eu não aprendi na primeira vez?

Então o mínimo que posso fazer é agradecer por uma segunda chance, mas eu realmente achei que era mais que isso. É triste pensar que nunca poderei plantar aquela semente, pois ela já foi plantada em outro, coração.

Lucidez ou conforto? Eis a questão. Parte 1

Por que você gosta dela?

Porque ela é fofa, amável, inteligente, adorável…Especial.

Por que ela demonstra gostar de você, mas namora outro?

Insegurança, sentimento precoce, vários motivos, mas esses são mais que suficientes, aliás, que pergunta idiota.

Por que se apaixonou tão rápido por ela, sem nunca a ter visto pessoalmente?

Carência, solidão.

O que pretende fazer quanto a isso?

Não tocar no assunto, levar a vida normalmente e deixar o destino brincar um pouco.

Mesmo ela namorando outro, manda na sua vida amorosa, por que permite isso?

Quero preservar esse sentimento subentendido, mesmo que não mútuo, pode continuar sendo uma doce ilusão.

Lucidez?

Assustadora.

Conforto?

Tentador.